O que me chamou mais a atenção não foi tanto o conteúdo em si, mas o caderno em que estava o artigo - o caderno de informática do Estadão.
Sim, falamos sobre o ocaso deste sistema e lemos em jornais no caderno de informática artigos bem pertinentes.
Improvável e totalmente coerente isto.
Bom poder ler notícias seculares sem precisar traduzir 'economês' e 'sociologês' que, hoje, soam tão arrogantes quanto anacrônicos.
Reproduzo uma parte do artigo abaixo. Para ler a coluna inteira é só clicar no texto. O artigo é de Pedro Doria.
"...Nossos maiores problemas não são nacionais. Ameaça de colapso financeiro, aquecimento global, flutuação nos preços de alimentos vinda de especulação financeira, tráfico, pirataria e crimes cibernéticos. O grande desafio é que nenhum governo, sozinho, tem o poder de resolver esses problemas.
Nas próximas décadas, precisaremos de um novo tipo de governo...
...Mas Dunagan também: “Nós vivemos no século 21 e, no entanto, temos uma estrutura mundial idealizada no século 18.” Não temos um governo mundial com o poder de determinar o corte de emissões de carbono, por exemplo. E nenhum governo nacional quer ser o primeiro a fazê-lo. Afinal, quem parar de gastar energia também pára de crescer.
“O modelo do Estado-nação sozinho não resolve mais”, continua Dunagan. Ele considera que algum tipo de governança global com poder de verdade, bem diferente da ONU, terá de surgir. Toda a macroestrutura global de telecomunicações integrou o mundo de uma forma tal que, se um quebrar, todos sofrem."
Nas próximas décadas, precisaremos de um novo tipo de governo...
...Mas Dunagan também: “Nós vivemos no século 21 e, no entanto, temos uma estrutura mundial idealizada no século 18.” Não temos um governo mundial com o poder de determinar o corte de emissões de carbono, por exemplo. E nenhum governo nacional quer ser o primeiro a fazê-lo. Afinal, quem parar de gastar energia também pára de crescer.
“O modelo do Estado-nação sozinho não resolve mais”, continua Dunagan. Ele considera que algum tipo de governança global com poder de verdade, bem diferente da ONU, terá de surgir. Toda a macroestrutura global de telecomunicações integrou o mundo de uma forma tal que, se um quebrar, todos sofrem."
Uia!
