Para você diversão é ir em shopping center?
Sim, aquela história de arrumar um lugarzinho para o seu automóvel, andar falando no celular e entrar num destes restaurantes moderninhos?
Está sempre incomodado com seu super telefone celular porque ele não parece mais ser tão super assim?
Você se diverte assistindo com fidelidade religiosa a um, dois, três ou meia-dúzia destes suuuuper descolados seriadinhos norte-americanos da TV paga?
Você costuma frequentar as salas de cinema 'multiplex' e sempre acha algo suuuuper divertido para assistir?
Você é do tipo que acha suuuuper legal pagar 200, 300, 500 reais para assistir aquele grupinho de rockpopbaba suuuuuper alguma coisa? - Afinal é suuuuuper legal falar que pagou 200, 300, 500 reais e dizer que o show foi muuuuuuiiiito bom!!!
Uéll, se você é do tipo que acha que o mundo é quase perfeito dentro de seu apartamento novo e do ar condicionado dentro dos vidros 'filmados' do seu carro (Freud também explica essa relação bizonha de brasileiro com carros), não fossem aqueles ladrõesassassinosvagabundos nos faróis e os Cingapuras da vida que insistem em sujar sua paisagem - um amigo seu, daqueles que sabem muito bem como você vive e o que você pensa, deu uma opinião hoje que não é muito boa para você.
Seu amigo chama-se Paul Krugman - um norte-americano judeu, admirado por todos os chefes, gerentes, diretores e CEOs e muiiiiiiiiiiito provavelmente por você também, mesmo que você não saiba disso. E se você é leitor de Veja você realmente não sabe isso.
Bem, este seu amigo, quase ídolo, ganhador do Nobel de economia deste ano e respeitado por 10 entre 10 liberais deste sistema, disse hoje algo um tanto incômodo para você - com essas exatas palavras: 'estamos vivendo a mãe de todas as crises econômicas'.
É melhor você começar a se coçar e procurar levar sua vida de um modo realmente relevante e significativo.
Leia seu amigo aqui.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Roda mundo
Opa!
Bingo.
O otimismo MUNDIAL deu a largada.
Obama venceu.
Serão 77 dias até sua posse.
Muito tempo para esse otimismo crescer até onde não sei.
Será um fermento e tanto. Janeiro será bem interessante.
Como será a partir daí?
Uéél...
Quem viver verá.
Bingo.
O otimismo MUNDIAL deu a largada.
Obama venceu.
Serão 77 dias até sua posse.
Muito tempo para esse otimismo crescer até onde não sei.
Será um fermento e tanto. Janeiro será bem interessante.
Como será a partir daí?
Uéél...
Quem viver verá.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
TV demais
Zapeando os primeiros resultados das eleições no império, passando por Fox News, CNN, BBC e Globos o que me veio à mente mesmo foi David Palmer.
Improvável
E por falar em dependência cada vez maior de menos coisas com seres gananciosos e inconsequentes no comando, a tal da 'metralhadora na mão do macaco' - ontem li um artigo discorrendo sobre estas minhas obviedades.
O que me chamou mais a atenção não foi tanto o conteúdo em si, mas o caderno em que estava o artigo - o caderno de informática do Estadão.
Sim, falamos sobre o ocaso deste sistema e lemos em jornais no caderno de informática artigos bem pertinentes.
Improvável e totalmente coerente isto.
Bom poder ler notícias seculares sem precisar traduzir 'economês' e 'sociologês' que, hoje, soam tão arrogantes quanto anacrônicos.
Reproduzo uma parte do artigo abaixo. Para ler a coluna inteira é só clicar no texto. O artigo é de Pedro Doria.
Uia!
O que me chamou mais a atenção não foi tanto o conteúdo em si, mas o caderno em que estava o artigo - o caderno de informática do Estadão.
Sim, falamos sobre o ocaso deste sistema e lemos em jornais no caderno de informática artigos bem pertinentes.
Improvável e totalmente coerente isto.
Bom poder ler notícias seculares sem precisar traduzir 'economês' e 'sociologês' que, hoje, soam tão arrogantes quanto anacrônicos.
Reproduzo uma parte do artigo abaixo. Para ler a coluna inteira é só clicar no texto. O artigo é de Pedro Doria.
"...Nossos maiores problemas não são nacionais. Ameaça de colapso financeiro, aquecimento global, flutuação nos preços de alimentos vinda de especulação financeira, tráfico, pirataria e crimes cibernéticos. O grande desafio é que nenhum governo, sozinho, tem o poder de resolver esses problemas.
Nas próximas décadas, precisaremos de um novo tipo de governo...
...Mas Dunagan também: “Nós vivemos no século 21 e, no entanto, temos uma estrutura mundial idealizada no século 18.” Não temos um governo mundial com o poder de determinar o corte de emissões de carbono, por exemplo. E nenhum governo nacional quer ser o primeiro a fazê-lo. Afinal, quem parar de gastar energia também pára de crescer.
“O modelo do Estado-nação sozinho não resolve mais”, continua Dunagan. Ele considera que algum tipo de governança global com poder de verdade, bem diferente da ONU, terá de surgir. Toda a macroestrutura global de telecomunicações integrou o mundo de uma forma tal que, se um quebrar, todos sofrem."
Nas próximas décadas, precisaremos de um novo tipo de governo...
...Mas Dunagan também: “Nós vivemos no século 21 e, no entanto, temos uma estrutura mundial idealizada no século 18.” Não temos um governo mundial com o poder de determinar o corte de emissões de carbono, por exemplo. E nenhum governo nacional quer ser o primeiro a fazê-lo. Afinal, quem parar de gastar energia também pára de crescer.
“O modelo do Estado-nação sozinho não resolve mais”, continua Dunagan. Ele considera que algum tipo de governança global com poder de verdade, bem diferente da ONU, terá de surgir. Toda a macroestrutura global de telecomunicações integrou o mundo de uma forma tal que, se um quebrar, todos sofrem."
Uia!
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