Aqueles jogadores de vôlei coreanos sorrindo a cada ponto ganho ou perdido nos jogos contra o Brasil, neste final de semana, me intrigaram - tamanho o contraste com a cara fechada de seus conterrâneos que imigraram para estas pastagens e hoje vendem roupas e produtos eletrônicos no Bom Retiro, Brás e Promo Centers da vida...
Além da dificuldade com a língua portuguesa, os coreanos, para lucrarem com seu ganha-pão têm que pagar salgadas propinas para a máfia, também chino/coreana, que contrabandeia quase tudo neste país.
Não deve ser fácil viver tão longe de casa, numa cultura tão diferente e sob ameaça de morte.
Mas tudo é uma questão de escolha e esse é o preço de não contentar-se com o disponível ou ter uma boa dose de ganância.
Alguém aí já conseguiu arrancar um simples bom-dia de um coreano destas lojinhas?
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O autódromo do GP de F1 deste fim de semana chama-se Gilles Villeneuve.
Gilles foi um arrojado piloto da Ferrari que morreu num treino para o GP da Bélgica em 1982 ou 1983, se não me engano. A imagem no telejornal noturno daquele dia foi fortíssima, com seu carro capotando várias vezes e seu corpo sendo lançado pelos ares até morrer no impacto com as grades de proteção.
Jacques, seu filho, iniciou e já terminou sua carreira na Fórmula 1.
Opa!
Poder acompanhar a carreira de pai e filho me lembra que o tempo está passando mais rápido do que eu imaginava.
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E por falar em tempo, esse final de semana esportivo também me fez lembrar que já fazem 10 anos que o Guga venceu seu primeiro Roland Garros.
Lá estava ele, de terno e gravata (Guga, terno e gravata são antônimos!) entregando a taça para o atual campeão - Rafael Nadal.
Parece que foi ontem, mas já se foram 120 meses que deu um SKAVURZKA no sinal da Net (maldita seja!) e eu não pude acompanhar o Match Point daquele jogo.
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E por falar em Skavurzka, parece ser exercício de masoquismo topar um
Pay-per-view para ver esse time do Palmeiras jogar.
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E a foto que, com certeza, estará impressa nos jornais tupiniquins de amanhã: Guga entre Nadal e Federer.
Fonte: Uol.Se Guga está aí, não é só porque ganhou três vezes este campeonato, mas porque fez um bom nome, tem carisma e é humilde. Tão humilde que apresentou Nadal como o melhor tenista de saibro de todos os tempos. Quem entende um pouquinho só de tenis sabe muito bem que o que jogou o mais belo tênis em quadras de terra foi Gustavo Kuerten.
Sem quer ser piegas, mas já sendo, Guga é um raríssimo exemplo de atleta de esporte competitivo mas que, apesar disso, sempre preservou qualidades éticas.