Já são uns 14 anos. Foram anos, com algumas interrupções, indo ao Parque Antártica assistir de vez em quando o Palmeiras do Edmundo - não apenas o Palmeiras. Criativo, imprevisível, raçudo, sincero e intenso. Um futebol-paixão antes do futebol-competição ou futebol-violência. Agora, que falta pouco para o rapaz encerrar a carreira, as tardes e noites no Parque Antártica sentirão falta. Ganhando ou perdendo.
Um artigo sobre a passagem de Edmundo e Romário pelo futebol, quais 'últimos românticos', fez-me lembrar sobre isto. O artigo está em Nomínimo.com.br, escrito por Marcos Caetano.
segunda-feira, 26 de março de 2007
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